Digitalize seu desenho sem um tablet

Quando a gente acha que já tinha visto tudo, vem a Wacom e lança o inimaginável: uma caneta que captura seus traços em qualquer papel, e ainda o vetoriza automaticamente dentro do Adobe Illustrator ou envia para finalização no Photoshop.

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Tela de alta-resolução pode revolucionar Design Gráfico

Samsung anunciou na última quinta-feira (12/05), uma Retina Display de 10.1″ e resolução de 2560×1600 para tablets. A tecnologia da Retina Display trará a maior resolução já vista em tablets, com 300 DPIs para a tela do dispositivo, ou seja, 300 pixels por polegada. A companhia vai exibir a tela durante o SID 2011, Simpósio Internacional de Displays em Los Angeles, Estados Unidos, que ocorre entre os dias 15 e 20 de maio. Até o final deste ano, a Samsung planeja aplicar a tecnologia em novos tablets.A Samsung já foi uma das principais companhias fornecedoras de displays para a Apple. Mesmo que a LG seja a atual fornecedora, existem rumores de que o próximo iPad possa ter a Retina Display, já presente no iPhone 4. (Fonte: Olhar Digital http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/samsung_anuncia_retina_display_para_tablets)

Com essa notícia, podemos prever o impacto que haverá sobre a apresentação de conteúdo gráfico. Hoje o papel impera, tanto em livros, jornais e revistas, em parte pelo fato de que a qualidade de imagem ainda é muito superior à de uma tela de computador, que apresenta 72 pontos por polegada (28 pontos por centímetro). Com esse lançamento da Samsung, uma tela de tablet poderá apresentar 300 pontos por polegada (118 pontos por centímetro), que é praticamente o dobro em relação a uma impressão gráfica de alta qualidade (150 linhas/polegada, 59 pontos por centímetro). Para se ter uma noção do que isso representa, para que uma impressão gráfica em papel atinja a mesma qualidade, seria necessário dobrar a quantidade de linhas na retícula periódica de impressão off-set, subindo de 150 para 300 lpi (lines per inch). Isso exigiria arquivos de imagem com 600 dpi de resolução. Continue Reading →

Aluguel de programas da Adobe. Uma solução pra pirataria?

É isso mesmo que você ouviu: agora é possível alugar os programas da Adobe ou ainda pagar pra usar apenas por um mês, sem ter que desembolsar tudo de uma só vez.

Hoje, se você quiser comprar o pacote básico da Adobe (Photoshop, Illustrator, InDesign e Acrobat), tem que desembolsar uns R$ 4.300 reais, de uma vez só. Com o novo sistema de aluguel por assinatura, você pode pagar um pouco mais de R$ 200 por mês e ter o direito de usar OS TRES PROGRAMAS, completamente legalizado, sem preocupações. Repito, os R$ 200 (aproximadamente) referem-se ao direito de usar Photoshop, Illustrator, InDesign e Acrobat. Mas preste atenção: essa modalidade de assinatura te obriga a assinar por pelo menos 12 meses, por esse valor. Continue Reading →

Design Gráfico na Era Nazista, Ética e a manipulação pela imagem

A Propaganda era essencial para os alemães nazistas. Para aqueles que se interessam em saber como o design gráfico foi e pode ser usado também para prejudicar pessoas (manipulando e conduzindo as massas), eis um link interessante: http://www.calvin.edu/academic/cas/gpa/ww2era.htm#Posters

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Modelo simplificado para construção de sistemas de identidade visual

Construindo Sistemas de Identidade

A construção de um sistema de identidade visual (SIV) pode ser realizada de diversas formas, seguindo diferentes caminhos. O que eu apresento aqui é uma sugestão de método para visualizar melhor as fases de construção do SIV e suas relações. Procurei tornar o infográfico mais simples, reduzindo a quantidade de informações, de modo a privilegiar o entendimento básico. Obviamente, diferentes designers usam diferentes caminhos, alguns mais simples, outros mais complexos. Independente da maneira como se faz, o importante é sempre refletir sobre o método utilizado e criticar cada etapa, pois se uma parte do processo for mal-feita, o resultado das etapas seguintes fica comprometido. Um erro na definição do DNA afeta todo o projeto assim como um erro de seleção do caminho criativo também pode levar a uma solução que não resolve o problema. Continue Reading →

O design gráfico e o preconceito: quando as palavras alimentam a discriminação

O objetivo desse texto é demonstrar que, embora condenem publicamente o preconceito, muitos designers gráficos agem de forma preconceituosa, quando tentam definir verdades absolutas sobre o jeito “certo” de falar algumas palavras usadas na sua profissão.

Designers x clientes

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Olha que curioso esse vídeo mostrando cenas que seriam absurdas em outros ramos de negócio, mas que acontecem com frequência no dia-a-dia dos designers.

Design velho numa sociedade nova: uma crítica ao futuro do design brasileiro

Nunca se falou tanto sobre design como agora. O Design virou a palavra da vez, agora faz parte do discurso de administradores, políticos, economistas, pregando a importância do papel do design na inovação, no desenvolvimento, na sustentabilidade, e assim por diante. Nesse cenário em que o design atrai cada vez mais o interesse e os designers estão sendo mais solicitados, a pergunta que se faz é: eles estão preparados para atender essas demandas? O tipo de designer que está sendo formado hoje nas universidades está à altura dos desafios que surgem à sua frente? A resposta é: não. Por que?

Centro no usuário: idéia nova?

Ultimamente o usuário tem ocupado cada vez mais o centro das atenções na Internet. Estudos de mídia online, usabilidade centrada no usuário, mídia gerada pelo consumidor, comportamento das comunidades, conteúdo criado pelos internautas, Web 2.0, enfim, são vários os pontos de interesse nessa figura que antes era apenas vista como um detalhe perto da estrela emergente, chamada de “grande rede de computadores”. Só que no começo nem todos se lembravam que na frente de cada computador poderia haver um ser humano, com interesses únicos e individuais.
A partir de então, o usuário começou a ganhar cada vez mais importância, com direito a defensores dos seus interesses, empresas que procuravam escutar seus anseios e levar em conta suas necessidades. No entanto, o interesse no usuário/ser humano pode ser algo novo na Internet, mas não é fora dela.
Diferentes áreas do conhecimento como antropologia, ergonomia, psicologia, semiótica e retórica já tinham percebido que o ser humano é fator central em qualquer atividade, pois o resultado final de tudo que o homem faz é voltado para ele, ou seja, o fim de toda atividade é transformar o próprio homem.
No caso da antropologia, desde a antigüidade clássica, os gregos já refletiam sobre o papel do homem e utilizavam a “medida humana” como centro de discussão acerca do mundo. Isso demonstrava uma preocupação antropológica, ou seja, procurava um conhecimento completo sobre o homem, suas produções e seu comportamento.
A ergonomia desde 1700 d.C. (com os estudos de Bernardino Ramazzini) já se voltava para o homem como objeto de estudo, visando projetar sistemas, tarefas, produtos, ambientes e trabalhos que fossem compatíveis com as suas necessidades, habilidades e limitações, razão pela qual a ergonomia também é chamada nos EUA de “fatores humanos”.
A psicologia também estuda os processos mentais e o comportamento humano e animal. Em 1879, Wilhelm Wundt já praticava a psicologia separadamente da filosofia, na Universidade de Leipzig (Alemanha), trazendo à tona as questões sobre a relação do ser humano com o ambiente e consigo mesmo.
Assim como a psicologia, a semiótica encara o ser humano como ponto central do seu estudo, na medida em que ele age como o interpretante dos signos, atribuindo significados que são únicos e particulares para cada indivíduo. Ou seja, nunca há dois significados iguais, pois não há dois seres humanos iguais. E o ato semiótico pode ser considerado tão antigo quanto a existência do ser humano, desde o Gênesis bíblico, quando “Tendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todos os animais dos campos, e todas as aves dos céus, levou-os ao homem, para ver como ele os havia de chamar; e todo o nome que o homem pôs aos animais vivos, esse é o seu verdadeiro nome. O homem pôs nomes a todos os animais, a todas as aves dos céus e a todos os animais dos campos…”. Coube ao homem dar significado ao que o cercava, pois seria o próprio homem que iria desfrutar dele.
Por fim, o grego Aristóteles, quase 400 anos antes de Cristo, já dizia que a expectativa emocional do ser humano, junto com a credibilidade do orador e a qualidade da sua mensagem, eram essenciais na arte do convencimento ou retórica. Novamente, não tem como se falar de persuasão sem levar em conta as características únicas que cada ser humano possui e como ele contribui para o desfecho final do que é dito no discurso.
Portanto, quem deseja tirar proveito do que a Internet oferece em termos de potencialidades faria bem em aprender com essas ciências que há séculos analisam o comportamento humano e o modo como nós interagimos com o ambiente e dele extraímos significado.

Sobre a palavra Design

Trecho do livro O Mundo Codificado, de Vilém Flusser. Editora CosacNaify. págs. 181-184

Se quiser entender melhor, continue lendo este post.

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O que é design?

“Todos os homens são designers. Tudo o que fazemos, quase todo o tempo, é design, pois design é condição básica para toda a atividade humana. O planejamento e estruturação de qualquer ato em busca de um objetivo desejado e previsível constitui o processo de design. O Design é a origem primária e subjacente da vida.” Em resumo: “Design é o esforço consciente e intuitivo para impor uma ordem que tenha significado.” – Design for the real World, por Victor Papanek.

1º Encontro da ProDesign – Geração de idéias para a Bienal Brasileira de Design 2010

Encontro ProDesign

Aconteceu no último sábado, 5 de dezembro, na Universidade Livre do Meio Ambiente, o primeiro encontro da diretoria da ProDesign>pr com outros membros da associação.